O "dono" da empresa que lava o dinheiro do PCC, é o filho do Ministro Lewandowski;
Os escritórios que liberaram os dinheiros dos condenados da "Lava-jato", são das mulheres do Dias Toffoli e do Alexandre de Moraes;
A Janja levou "um avião" lotado de caixas de dinheiro vivo do PCC e do CV pra Rússia;
Quem recolhia o dinheiro dos aposentados do INSS, era o "ex-marido" da Gleise Hoffmann;
As ordens do Ricardo Cappelli era de "fuzilar os manifestantes", no 08 de janeiro...
Charles De Gaulle disse que "o Brasil não era um país sério", cometendo um pequeno deslize: o Brasil não é "um país"!
Desde a "aventura libertária" de Pedro e Leopoldina, que vivemos a ilusão de que poderíamos tornar um bando de jagunços em autoridades públicas, e uma vara ignara em povo autóctone, garboso e feliz!
Não faltaram patifes que sustentassem essa bazófia. Alguns com cátedra, fardão e títulos.
Do equilibrista bem intencionado Pedro II, ao burocrático Rui Barbosa, desfilou um tropel de mulas de falas e matizes dos mais variados.
Construíram simulacros de universidades, academias, literaturas e decoupages iconograficas, quando qualquer "rameira" com um pincel na mão (não me pergunte pelo outro), era celebrada como "mestra das cores e sombras"...sei!
Letrados foram transformados em mestre-escola, dos que beliscam as alunas e avisam dos meninos;
Bandoleiros travestidos em heróis fardados, caixeiros em advogados, e rábulas em magistrados.
Já os "meninos do beco" tornaram-se vereadores, deputados e, se velhos, senadores.
Os jagunços fardados, restaurados em sua essência de bando covarde de patifes desonrados, agora servem aos interesses dos rábulas togados, a um só tempo insultando a farda e a toga!
Amanhã 02/09), toda essa "farsa burlesca" exibirá toda a sua podridão e glória: prostitutas, pederastas, bastardos e jagunços, formarão a ciranda macabra da gira de Exu, amaldiçoando e exorcizando os cordeiros da vez.
De casa, o restante da patuleia estulta irá saborear a vingança contra um inimigo que nunca teve, que não conhece, e que nem mesmo pode tocar... Uma espécie de "macumba", onde um imbecil qualquer exorta outro imbecil, a destilar seus ódios e "brochantes" fracassos, contra um inimigo imaginário e inatingível.
Mal feito, feito, voltarão mansos e cordatos a sua mediocridade de cada dia... Escreverão as suas babaquices de sempre, no seu "banquete parvo" (vivere parvo), elogiando-se mutuamente por suas vitórias de Pirro.
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