sexta-feira, 19 de maio de 2017

E o Geddel, hein???
Saiu, mas saiu atirando! Assessorou o Joesley nas gravações do "amigo" Temer!
Orientou onde sentar, em que bolso guardar o gravador, pra qual número ligar... coisas de "amigo íntimo"!

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Exército Brasileiro Invade Shopping e Conquista Corações.


Emocionante apresentação da banda do 3º Batalhão de Polícia do Exército no shopping Praia de Belas, em Porto Alegre - RS.
A canção executada nessa invasão foi How deep is your love, com um arranjo especial by banda 3º BPE.
Em tempos de tanta agitação, vale conferir esta forma singular de "conquistar" os corações patriotas.

terça-feira, 10 de junho de 2014

Morre o ex-Governador Marcello Alencar


Com sua mão serena e voz grave, Marcello Alencar conduziu-nos á reinvenção do PSDB. Primeiro no Rio, depois no restante do Brasil. Suas idéias, rigor ético e força moral, inspiraram a criação de um "modo tucano de fazer política", reconciliando o partido com os ideias de Franco Montoro e Teotônio Vilela, companhias com que escreveu muitas páginas da nossa história.
Nunca foi onde não era convidado, e nunca saiu pela porta dos fundos.
Viveu a história do Brasil, como patriota apaixonado pelo Rio de Janeiro.
Sua falta já nos é inestimável.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Ato Institucional Nº 1 - Decreto de Dilma dá inicio á "Golpe Branco"!


LIMITES – Nove partidos no Congresso querem barrar decreto autoritário de Dilma (Fernando Bizerra Jr./EFE)

Nove bancadas assinaram proposta na Câmara para tentar suspender os efeitos do decreto presidencial que pode mudar a ordem constitucional

Reinaldo Azevedo: Dilma decidiu extinguir a democracia por decreto
O texto bolivariano ataca um dos pilares da democracia brasileira, a igualdade dos cidadãos, ao privilegiar grupos alinhados ao governo. A Constituição brasileira estabelece que os cidadãos têm direito à livre manifestação por meio de eleições diretas. “A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, e, nos termos da lei, mediante: I - plebiscito; II - referendo; III - iniciativa popular”, diz o artigo 14 da Constituição de 1988.
“A presidente tenta subtrair os Poderes do Parlamento brasileiro. É o mesmo modelo ideológico que se propôs para a Venezuela e para Cuba e que agora estão tentando trazer aos poucos ao Brasil. Temos que resistir a isso porque o Parlamento é o foro da sociedade brasileira. Esses conselhos subtraem a democracia porque são um aparelho do PT. Não podemos fazer que eles passem por cima da lei e caminhar pela estrada mais triste, que é o caminho antidemocrático que o PT está propondo. Isso vai acabar no STF”, diz o líder do PPS na Câmara, deputado Rubens Bueno (PR). “Dilma quer criar uma estrutura paralela de poder e dividir o cidadão em 1ª e 2ª classe”, afirma o líder do DEM, deputado Mendonça Filho (PE).
Reinaldo Azevedo: Gilberto Carvalho, o segundo homem mais poderoso do PT (só perde para Lula) e secretário-geral da Presidência, é o mais bolivariano dos ministros da presidente Dilma Rousseff. Nesta segunda, em tom agressivo, ele saiu em defesa do absurdo decreto Decreto 8.243, aquele que institui pela via cartorial a ditadura petista.




O decreto bolivariano número 8.243/2014, assinado à surdina pela presidente Dilma Rousseff na semana passada, não caiu bem no Congresso Nacional. Nesta terça-feira, nove partidos resolveram se unir para tentar impedir o avanço da medida destinada a aparelhar órgãos públicos e entidades da administração federal direta e indireta com integrantes de “movimentos sociais”, conhecida massa de manobra do PT.


Na Câmara, nove legendas – DEM, PPS, PSDB, Solidariedade, PR, PV, PSD, PSB e Pros – assinaram um pedido para votar, em regime de urgência, um decreto legislativo que anule os efeitos do decreto presidencial. Embora a transferência de votos não seja automática, juntas, as agremiações contabilizam 229 dos 513 deputados – são necessários 257 votos para aprovar um decreto legislativo. A decisão de colocar a proposta em votação cabe ao presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que ainda não se manifestou. No Senado, os partidos de oposição também tentam suspender o texto presidencial.


O decreto para instituir um canal paralelo de poder, antiga pretensão petista, foi assinado por Dilma (Decreto 8.243/2014) no último dia 23 de maio. No papel, determina a criação da Política Nacional de Participação Social (PNPS) e do Sistema Nacional de Participação Social (SNPS). Na prática, prevê a implantação de “conselhos populares”, formados por integrantes de movimentos populares, vinculados a órgãos públicos. Tudo sob a tutela do ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência da República).



O decreto de Dilma, porém, é explícito ao justificar sua finalidade: “consolidar a participação social como método de governo”. Um dos artigos quer estabelecer, em linhas perigosas, o que é a sociedade civil: “I – sociedade civil – o cidadão, os coletivos, os movimentos sociais institucionalizados ou não institucionalizados, suas redes e suas organizações”. Ou seja, segundo o texto de Dilma, os movimentos sociais – historicamente controlados e manipulados pelo PT – são a representação da sociedade civil no Estado Democrático de Direito. Nesse sentido, são autoexplicativos os afagos do governo federal a militantes do MST e grupos baderneiros de índios e sem-teto após protagonizarem cenas deploráveis de ataques a prédios públicos, privados e à polícia.


sexta-feira, 30 de maio de 2014

O STF em Check

Joaquim Barbosa, ex-Presidente do STF. 

A SAÍDA DE JOAQUIM BARBOSA

Que a "Classe Jurídica" é o principal problema do Brasil, todos nos já sabemos. 
Alguns com tristeza e outros com "remorsos".
Mas o que dizer da saída de Joaquim Barbosa, do STF? Previsível?

Mas, afinal, o quê é o STF? Resquício de uma República Oligárquica que sobreviveu á sua utilidade e pertinência? Rebotalho de chicaneiros e rábulas bem pagos?

A saída de Joaquim Barbosa não representa cousa outra, ou possui qualquer significado diferente, que o império da lógica e do razoável.

Em nosso mundo jurídico a baixíssima qualidade moral e ética dos causídicos, paladinos, chicaneiros, medianeiro, apologistas, ou simplesmente advogados, contribui, sobremaneira, para a perpetuação de um foro de exceções classistas e de vilipêndio aos primários conceitos de "direito, decência ou justiça".

Sua atuação na presidência daquela "casa tolerante" e coiteira, representou com clareza a popular alegoria do "gato na tuba"... em algum momento o gato seria defenestrado do último andar, e a bandinha voltaria a soar suas mazurcas.

O STF, em toda a sua "desnecessidade" ao bem público, jamais foi ou será a Casa da Justiça, o abrigo da Lei, ou o guardião da Constituição. É, foi e sempre o será, ao menos enquanto lhos permitamos existir, um grupelho de velhacos "superpoderosos" que permitimos constituírem-se.

Somos todos gratos ao Joaquim Barbosa, não intrinsecamente por sua atuação, independência, temerária coragem ou decisões, mas por que nos isentou de responsabilidade ou culpa da omissão com a qual demos causa a tantos "entendimentos imorais" que, a soldo, os supremos magistrados de meia pataca, escolhidos por conveniência e despudor dos que nos governam (e desde o Bispo Sardinha), contra os quais nada fizemos, vem deturpando os Princípios Constitucionais, deformando as instituições, e "estuprando" as regras do nosso Ordenamento Jurídico.

Agora, volta a vergonha.

sábado, 22 de março de 2014

EDITORIAL - Caos e Barbarie no Brasil da Copa!

Moradores do Morro do Congonha protestam pela Morte de Claudia Ferreira Silva, 38.
Vejo com muita preocupação, alguns discursos inflamados e carregados de paixão fútil ou deslocada da realidade.
Vivi minha formação adulta como militar, período de muitas descobertas e frustrações, e do qual me orgulho muito pelo que aprendi e assimilei.
Lá reforcei minha convicção de que nada é pior para um país do que uma ditadura, exceto a barbárie.

Quando os costumes se deterioram e valores sociais mais caros e fundamentais como a paz social, a harmonia entre os poderes e o respeito a família são aviltados e ameaçados, as instituições podem e devem agir para a preservação dos fundamentos da ordem e paz social.

Quando as instituições não prestam ou foram desestruturadas por seus dirigentes negligentes, corruptos ou fracos, a sociedade tem meios de os por sob correição ou reprimenda, os conduzindo á seu rumo original ou reprovando sua conduta por meio de manifestações sociais ou jurídicas.
Confronto entre Policiais e Manifestantes no Centro do Rio.

Porém, quando a sociedade se desconcerta, as instituições se corrompem e as famílias são atacadas até a desagregação e perdimento de sua autonomia e valores, instala-se a BARBÁRIE, contra a qual não há remédio outro que não a tutela de seus rumos e razões para sustar seu atordoamento e injúria, acautelando seus valores sobre os ombros de seus filhos mais firmes, seguros e resolutos.

O emprego das tropas para contenção do caos e calamidade pública, provocadas pela quebra de paradigmas historicamente consolidados, encontra previsão legal na Carta Constitucional e lá esta por exigência do bom senso e equilíbrio da sociedade em seu momento mais democrático e politicamente estável da história recente do país. Uma salvaguarda, para que incompreensões sobre desvios pretéritos não se transformassem em ferramentas da discórdia ou lenha, a serviço dos bárbaros e incendiários de ocasião.

Nossa justiça foi cooptada, nossas polícias corrompidas, instituições como a família e o estado de direito estão a merce de violadores e oportunistas. Nossos filhos e filhas aguardam como cordeiros inocentes pela reação justa e medida daqueles que as deveriam cuidar e proteger.

Não somos mais o "país do futuro" ou a nação romântica e ingênua, de cidadãos pacatos e líderes políticos carismáticos. Somos um povo sofrido, aviltado e sem esperanças, entregues aos caos, a desordem e a barbárie.  Nossas ruas foram tomadas por quadrilhas armadas, com e sem fardas. Nossos agentes públicos somam em fileiras com os que nos atacam, os que violentam nossas filhas e filhos e destroem nossas famílias.
Gilmar Mendes e Joaquim Barbosa: "Derrota da Justiça..."

Não restaram instituições á que pudéssemos recorrer ou pugnar por um pouco de paz e justiça. Não restaram esperança, fé ou confiança em pessoas, grupos, instituições ou instancias de recurso ou apelo.
Resta-nos só e tão somente o remédio necessário e imperioso da INTERVENÇÃO MILITAR.

A esta recorremos nos, pais e filhos de uma nação toldada pela barbárie e pela corrupção de sua soberania e valores. Uma nação de homens e mulheres ultrajados e vilipendiados pela ganância e sede insaciável por poder e riquezas, que corrompeu os estado, devastou nossas instituições e violentou a dignidade das famílias.

Recorremos aos nossos mais valorosos e briosos filhos das nossas FORÇAS ARMADAS a que imprimam uma INTERVENÇÃO MILITAR CONSTITUCIONAL a fim de preservar a sociedade, as famílias, o Estado e a Nação Brasileira.

Mario Cesar Gigante

terça-feira, 30 de julho de 2013

Doris Giesse: "Cair do oitavo andar não mudou em nada a minha vida"


Aos 53 anos, a apresentadora do "Fantástico" nos anos 1990 ensaia sua volta à televisão e relembra sua fase polêmica, o período de dona de casa e a queda de 25 metros na tentativa de salvar seu gatinho

Vinícius Ferreira , iG Gente |REPRODUÇÃO/DIVULGAÇÃO 
Doris Giesse. Foto: André Giorgi
6/12

DIVULGACAO/REPRODUÇÃO
Doris Giesse como a sedutora e futurística Dorfe, de 'Dores Para Maiores'
Os cabelos curtos e platinados continuam os mesmos, 20 anos depois de Doris Giesse ter abandonado a bancada do “Fantástico” e o corpo da androide Dorfe, do programa “Doris para Maiores”. A boa forma lapidada com os anos de balé clássico é mantida atualmente, aos 53 anos, com aulas de dança de todos os ritmos e tribos via Youtube. É também no passado que a apresentadora busca seu futuro: quer voltar para a TV. Longe dela desde 1998, quando ancorou o “Fala Brasil”, na Record, Doris conta que é a hora de realizar seus próprios desejos. No longo período sabático, dedicou-se à família. Primeiro aos filhos, Débora e Daniel , casal de gêmeos de 16 anos, por livre e espontânea vontade. Depois voltou sua atenção aos sogros e pais idosos e doentes. “Fui brincar de casinha e agora voltei”, simplifica. “Eu não tinha sábado, domingo, férias, nada, mas foi nesse período que eu descobri outras coisas dentro de mim. E quando tudo isso acaba e você tem que retomar sua vida de onde parou, é tudo mais fácil, mais leve.”
Não era o meu negócio ficar ali (no jornalismo), com todo mundo me falando para eu não ficar me mexendo, não ficar fazendo caras e bocas. Saí (da Globo) para ir para lugar nenhum. Eu não estava sendo verdadeira no ‘Fantástico’, aquela não era eu.”
No meio do caminho, um susto. Em 2007, a apresentadora caiu da janela do oitavo andar de seu apartamento em São Paulo quando tentava tirar um de seus gatos da rede de proteção. E mais uma vez rebate os rumores de que o acidente teria sido uma tentativa de suicídio. “Já tive outros momentos mais punks na minha vida para querer me matar e posso garantir que esse não foi um deles.”
Doris também ganhou notoriedade por outras polêmicas, em 1992, ao posar nua ao lado de modelos negros também sem roupa e, dois anos mais tarde, quando a entrevista que deveria dar ao jornalista Alex Solnik para a revista “Sexy/ Interview” virou um relato detalhado, em primeira pessoa, da primeira noite de amor dele com sua então futura mulher. A apresentadora diz que está pronta para voltar à fama. Mas não atrás de uma bancada. Ela quer fazer humor, como em “Doris Para Maiores”, embrião do “Casseta & Planeta”, ou dedicar-se a um programa sobre cultura. Nessa retomada, não descarta a possibilidade de um novo ensaio nu. "Por vaidade não, mas se eu precisasse, ou se tivesse uma proposta artística muito boa, talvez. Esteticamente estou bem e não tenho vergonha nenhuma. Desde muito menina sempre fiquei pelada. Já fui modelo de alunos de pintura, fiz inúmeros trabalhos de modelo. Então ficar nua não é nenhum problema.”
André Giorgi
Doris Giesse

Saída da Globo
O ensaio nu para a “Sexy” ao lado de modelos negros também sem roupa, garante ela, não tem relação com a sua saída da Globo, que aconteceu no mesmo ano. “O Boni (José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, ex-diretor geral da emissora) até foi ao lançamento da revista”, conta. “Eu estava fazendo ‘Doris para Maiores ‘ e o ‘Fantástico’ ao mesmo tempo. Era época da campanha (presidencial) do Lula e do Collor e estava atrapalhando eu aparecer séria no ‘Fantástico’ e depois rolando no chão no ‘Doris para Maiores’. Tive que sair do ‘Doris’. Como meu maior prazer estava no humorístico, esperei meu contrato acabar, pedi que não renovassem e saí. Não era o meu negócio ficar ali (no jornalismo), com todo mundo me falando para eu não ficar me mexendo, não ficar fazendo caras e bocas. Saí para ir para lugar nenhum. Eu não estava sendo verdadeira no ‘Fantástico’, aquela não era eu.”
A apresentadora diz que não se arrepende de ter deixado a TV e nem o alto salário. “Ganhei bastante dinheiro com publicidade, mas nunca liguei para o material. Sou bem básica, nunca me deslumbrei com dinheiro, nem cachê, muito menos cargos que alcancei na Globo”, garante. “Nada que foge do prazer artístico vai me prender em algum lugar. Se eu não puder criar, volto para casa e cuido do meu jardim, do cachorro, dos meus filhos e só. Eu não vou ficar perdendo tempo copiando e lendo um papel no ar.”
As pessoas falaram muito em suicídio, mas se eu quisesse mesmo me matar não teria feito todo esse procedimento para não me machucar (na queda). Já tive outros momentos mais punks na minha vida para querer me matar, e posso te garantir que esse não foi um deles”
“Depressão é uma coisa que todo mundo tem”
Longe dos holofotes, Doris ganhou os noticiários em dois momentos. Em 2002, ao assumir em rede nacional que passava por um processo de depressão. Mas hoje ela volta atrás e afirma que não foi nada tão sério quanto imaginava. “Depressão é uma coisa que todo mundo tem. Se eu for analisar isso, tenho fases de tudo, de depressão, de esquizofrenia... Foi só uma fase em que alguém teve a felicidade de me pegar em um momento franco de dizer isso. Passou, não foi um quadro que durou ou que me fez procurar ajuda. Não tenho tendência para ser depressiva, sou na verdade uma bela palhaça.”
Queda do oitavo andar
O segundo momento e mais dramático foi em 2007, quando caiu do oitavo andar de seu apartamento em São Paulo na tentava tirar seu gato da rede de proteção. “Caímos juntos, eu e o Triguinho no colo. Na minha cabeça, eu sabia que não ia morrer. A única coisa que me lembro foi do pensamento de bailarina que tive na hora. Eu estava encolhida, feito uma bolinha, com o gato preso nos braços e sabia que tinha que cair e rolar para não me machucar. Tanto que caí do oitavo andar, só quebrei o cotovelo e não morri.” E rebate as especulações de que queria tirar a própria vida. “As pessoas falaram muito em suicídio, mas se eu quisesse mesmo me matar não teria feito todo esse procedimento para não me machucar. Já tive outros momentos mais punks na minha vida para querer me matar, e posso te garantir que esse não foi um deles”. Doris surpreende ao dizer que a queda livre de cerca de 25 metros não mudou nada sua vida. “Cair do oitavo andar não mudou em nada, foi como se eu tivesse sofrido um acidente de carro.”
DIVULGACAO/REPRODUÇÃO
Doris Giesse ao lado dos filhos, Débora e Daniel, e do marido Alex Solnik
Noite de amor pública
Doris também marcou a geração dos anos 1990 com ousadia e declarações provocativas como a deu para uma revista: “Adoro ser arranhada, mordida, ficar com o corpo cheio de marcas”. E hoje revê seu ponto de vista. “Não gosto mais tanto de mordidas. Na verdade, depois dos cinquenta anos, essa coisa de sexo não é mais como antigamente, não tem tanta intensidade, fica mais na conversa, na amizade.”
O primeiro encontro com o marido, o jornalista Alex Solnik, em 1994, não ficou apenas na memória. A entrevista que deveria dar ao repórter, de quem já era conhecida, para a revista “Sexy/ Interview” virou um relato público da primeira transa deles. “Foi uma coisa que chocou muito na época por mostrar um lado meu que as pessoas não conheciam. Mas as pessoas quebraram a perna, porque esse escândalo é uma família hoje, feliz e com filhos. Que escândalo, né? O que eu publiquei naquela revista foi minha lua de mel que está dando certo até hoje”, diverte-se.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Estudantes apoiam a "Marcha das Vadias"!


SOMOS TOD@S CLANDESTIN@S!

Fleyer do DCE Mario Prata convidando estudantes para a Marcha das Vadias
A primeira Marcha das Vadias surgiu em 2011, em Toronto (Canadá), quando um policial disse em uma palestra que, para resolver a onda de estupros vivida na cidade, as mulheres precisariam não se vestir como “vadias”. Em resposta, centenas de homens e mulheres foram às ruas com a pauta inicial de combater a ideia de que o corpo de uma mulher é violável em determinadas condições. O que parecia ser uma resposta pontual a uma declaração absurda foi se espalhando pelo mundo em respostas plurais ao absurdo da realidade violenta que vivemos.

Hoje, a Marcha das Vadias é uma realidade em todos os continentes do mundo e abarca a ideia de múltiplos feminismos, múltiplas formas de combater o machismo, o preconceito contra expressões da sexualidade que não a heterossexual, contra diferentes manifestações do gênero que não o divulgado pelo discurso oficial conservador e seu originador: o patriarcado. Como as opressões não estão dissociadas e se alimentam umas as outras, é crucial que os feminismos e suas lutas, como a Marcha das Vadias, abarquem o combate à desigualdade social e ao racismo, transversalizando o recorte social nas implicações do machismo e o recorte de gênero nas desigualdades sociais, pois sabemos serem as mulheres negras e pobres as mais vitimadas por essas formas de opressão.

O DCE Mário Prata, portanto, compreende a importância de construir unitariamente e divulgar atos como a Marcha das Vadias e convida tod@s na UFRJ a lutarmos por uma sociedade verdadeiramente justa e igualitária. 

Nos encontramos dia 27 de julho, às 13 horas, no posto 5, em Copacabana!

sexta-feira, 21 de junho de 2013

INFILTRADOS PARTIDARIZAM MANIFESTAÇÃO EM MARICÁ



POLICIAIS E MANIFESTANTES ENTRAM EM CONFRONTO EM MARICÁ!
Itapeba - Maricá, 20:25h 21/06/2013

Insuflados por membros da direção municipal do PR - Partido da Republicam e do DEM - Partido Democratas, um pequeno grupo de manifestantes iniciou um confronto com policiais da guarnição de Maricá, que mantinha uma longa e paciente negociação para a desobstrução da Rodovia Amaral Peixoto na altura do Km 27. Insuflados por membros da Direção do DEM e do PR,o pequeno grupo começou a arremessar pedras e pedaços de entulho contra os policias.
A tropa de contenção da PM que acompanhava as negociações á distância reagiu com violência, lançando bombas de gás lacrimogênio e de efeito moral, dispersando os manifestantes que fugiram em correria pelas ruas dos bairros da mumbuca, itapeba e nova metrópole.
A polícia ira analisar as imagens para precisar quantos e quais eram os infiltrados no movimento que agiram no sentido de insuflar os manifestantes, que antes dialogavam pacificamente com o negociadores da PM.

domingo, 16 de junho de 2013

"Pressão" Internacional Muda Discurso de Governo Tucano


A repercussão das atrocidades cometidas pelas forças de segurança no Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo, estão provocando um impacto negativo na Imprensa Internacional.

Protestos na Alemanha, Irlanda e Turquia, pedem o fim da repressão em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

Depois das pesadas críticas de organizações importantes como a Anistia Internacional, e da Comissão Interamericana de Direitos Humanos – CIDH, a Organização Reporteres Sem Fronteiras decidiu enviar observadores e colocou em suspeição a "cobertura parcimoniosa de alguns veículos da imprensa televisiva". O que provocou a imediata mudança de discurso do governo tucano do Estado de São Paulo.

A SSP (Secretaria da Segurança Pública) de São Paulo convocou a imprensa para uma entrevista na tarde deste domingo (16) para esclarecer o planejamento sobre a manifestação contra o aumento das passagens de ônibus, convocada pelo Movimento Passe Livre - MPL, para esta segunda-feira (17). O secretário Fernando Grella Vieira relatou que irá convidar os organizadores do MPL para uma reunião na SSP na manhã de segunda-feira.

"Queremos proteger a população e o trabalho da imprensa. Ninguém será preso por levar vinagre", garante o Secretário.
Os protestos, que seguem em diversas capitais do pais chegaram aos locais de jogos da Copa das Confederações, onde se repetiram as cenas de violência policial contra os manifestante e alguns jornalistas. 
Por conta disso, a Presidente da República, Dilma Roussef foi intensamente vaiada, apesar da intervenção do surpreso Presidente da FIFA, Joseph Blatter, que  pediu "respeito e fair play" aos torcedores: "Amigos do futebol brasileiro, onde está o respeito e o fair play, por favor?", disse o presidente da Fifa. Mas as vaias aumentarem ainda mais.

Em São Paulo, profissionais da imprensa também se reuniram em frente a Catedral da Sé para protestar. A manifestação é contra as agressões sofridas por parte das forças policiais durante as manifestações do Movimento Passe Livre.
Apenas no último protesto, ao menos 16 profissionais da imprensa ficaram feridos.
Atingidos no olho por bala de borracha durante cobertura do quarto protesto contra o aumento da tarifa de ônibus em São Paulo, o fotógrafo da Futura Press Sergio Silva e a repórter da TV Folha Giuliana Vallone tiveram alta do hospital neste sábado (15). 
Os repórteres Bruno Ribeiro e Renato Vieira foram atingidos por bombas de gás. O fotógrafo da Folha de S. Paulo Fábio Braga foi alvo de três disparos. Em nota, o jornal, que teve sete repórteres feridos, repudiou "toda forma de violência" e protestou "contra a falta de discernimento da PM no episódio". 
"É o risco da profissão", diz comandante da PM sobre jornalistas feridos durante manifestação em SP.
O jornalista Piero Locatelli, da revista Carta Capital, foi detido por portar uma garrafa de vinagre. Levado ao 78º Departamento de Polícia (Jardins), ele acabou liberado à noite. 
O repórter do portal R7 Fernando Mellis foi agredido por um policial militar na noite de terça-feira (11) durante a manifestação. Apesar de estar identificado por um crachá, o jornalista levou um golpe de cassetete nas costas. 
Falando sobre as denúncias de abuso por parte da PM, Fernando Grella determinou a apuração dos episódios com profissionais da imprensa.